
Na escuridão
Que assoberba
Os alienantes
Sonhos tortos
Dos verdejantes rios
Dos mares bravios
O ósculo da morte
Envaidecida
Se derrete
A cada instante
No olhar que decai
Em cada esquina,
Em cada beco
Esquecido
E nas tormentas
Dos pesadelos noturnos,
Das sestas interrompidas
Morrem os sonhos,
Os beijos, os heróis...
À meia-noite,
Os girassóis.
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